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26 de janeiro: Dia Internacional da Energia Limpa – o que isso tem a ver com Piatã

Transição energética começa também por aqui

O Dia Internacional da Energia Limpa, celebrado todo 26 de janeiro, foi criado pela Assembleia Geral da ONU para chamar atenção e mobilizar ações por uma transição energética justa e inclusiva no mundo inteiro ( ONU – Dia Internacional da Energia Limpa ; Nações Unidas no Brasil ).

A ideia central dessa data é simples e urgente: reduzir a dependência dos combustíveis fósseis (como petróleo, carvão e gás) e acelerar o uso de fontes limpas, acessíveis e confiáveis – como sol, vento, água e biomassa – para diminuir as emissões de gases de efeito estufa e conter o aquecimento global ( Iberdrola – Dia Internacional da Energia Limpa ).

Energia limpa não é papo distante

O Brasil aparece entre os países com maior participação de fontes renováveis na matriz elétrica, principalmente por causa das hidrelétricas, da energia eólica, da energia solar e da biomassa ( Gov.br – Energia limpa e renovável ; Blog Intelbras – Exemplos de energia limpa ).

Mesmo assim, isso não significa que a transição já está garantida. Ampliar a geração distribuída, fortalecer iniciativas locais e democratizar o acesso à energia limpa continua sendo um desafio que passa por políticas públicas, investimento e participação da sociedade ( Consumidores de Energia – Transição energética justa ).

O que isso tem a ver com Piatã

Em Piatã e na Chapada Diamantina, falar de energia limpa é também falar de cuidado com a serra, com a água, com a qualidade do ar e com o jeito como o desenvolvimento econômico chega ao território. Quando se discute iluminação pública, energia nas propriedades rurais, placas solares em casas e comércios ou eficiência no uso de equipamentos, estamos falando de escolhas que impactam tanto o bolso quanto o futuro ambiental da região.

Cada lâmpada trocada por uma opção mais eficiente, cada projeto de energia solar, cada comércio que pensa no uso consciente de energia e cada família que aprende a ler melhor a conta de luz são passos concretos da transição energética vivida na prática, e não apenas em grandes conferências internacionais.

Educação, energia e futuro

Diversos materiais de educação ambiental mostram que falar sobre energia é também falar sobre cidadania, direitos e responsabilidades coletivas: entender de onde vem a energia que usamos, quais impactos ela causa e que alternativas existem é parte da formação de uma comunidade mais crítica e mais preparada para decidir sobre seu próprio futuro ( SciELO – Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade ).

No Núcleo Educação do Ecossistema Alta Piatã, energia limpa entra como tema de estudo e de conversa: economizar energia em casa, entender o básico sobre energia solar, aprender a ler a conta de luz, conhecer programas e incentivos e pensar em soluções que façam sentido para a realidade local, tanto na cidade quanto na zona rural.

Dia da Energia Limpa como ponto de partida

O Dia Internacional da Energia Limpa não resolve os problemas sozinho, mas serve como lembrete anual de que o tempo da mudança é agora – e que essa mudança também passa por cidades menores, povoados, escolas, comércios e famílias que decidem fazer escolhas mais responsáveis.

Em Piatã, isso significa olhar com atenção para como usamos energia hoje e para como queremos que o município cresça nos próximos anos: preservando o território, garantindo qualidade de vida e abrindo espaço para tecnologias que coloquem a serra e as pessoas em primeiro lugar.

O Ecossistema Alta Piatã segue comprometido em trazer conteúdos que aproximem temas globais – como energia limpa e clima – da vida concreta de quem mora, trabalha e estuda aqui. Porque entender o mundo começa por entender o lugar onde a gente pisa.